Na manhã de quarta-feira, 28/10/2026, agentes da Delegacia de Alcântara deflagraram uma operação no estado do Rio de Janeiro para investigar uma rede responsável pela exploração sexual de adolescentes. Seis suspeitos foram detidos durante as ações.
Os policiais cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão em cidades da região metropolitana: Niterói, São Gonçalo e Maricá. Segundo a investigação, o grupo produzia vídeos com cenas de violência sexual envolvendo menores — incluindo registros de estupros coletivos, torturas, ameaças e chantagens — e utilizava esse material para submeter e controlar as vítimas.
A apuração teve início em julho, depois da prisão de um assessor parlamentar acusado de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 16 anos em Niterói. A partir da análise de dois computadores e de aparelhos celulares apreendidos, além de imagens de câmeras de segurança, os investigadores conseguiram mapear a atuação da rede.
Em relatórios policiais, consta que os autores se autodenominavam “senhores” e tratavam as vítimas como “escravas”. O material audiovisual produzido era usado não apenas como registro dos crimes, mas também como instrumento de tortura e chantagem para forçar as adolescentes a novos abusos.
A polícia informou que a operação segue com diligências para confrontar as provas coletadas e identificar eventuais outros envolvidos. As investigações permanecem em andamento.
Resumo da operação:
- Data da ação: 28/10/2026;
- Delegacia responsável: Delegacia de Alcântara (Polícia Civil do Rio de Janeiro);
- Municípios onde houve cumprimento de mandados: Niterói, São Gonçalo e Maricá;
- Pessoas presas no início da operação: seis;
- Início da investigação: julho de 2026, com a prisão de um assessor parlamentar por estupro de vulnerável de uma adolescente de 16 anos;
- Provas apreendidas: dois computadores, celulares e imagens de câmeras de segurança.
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via Agencia Brasil










